Diário Velho

Mostrando postagens com marcador saudade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saudade. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de setembro de 2010

Fail do tempo.

Bom, alguém deve estar mexendo na Ampulheta Mágica do Tempo da Minha Vida, porque não sei onde ele está. Meu tempo anda sumindo, minha rotina se baseia em acordar, escola, casa, lição, cama. Preciso urgentemente de um livro, briguei com a tia da cantina, preciso devolver um livro na biblioteca da escola, devo estar com um milhão de multa, perdi a tampa da caneta da Verys, o que me lembra que eu tenho que dizer que ela é muito diva e extremamente carisma girl, amo ela muito rs, tava afim de falar isso. Preciso arrumar um bloquinho e caneta pra por em baixo do travesseiro para o caso de idéias noturnas. Preciso puxar o saco da mocinha do corredor pra ela me contar onde são minhas aulas de violão e fazer as pazes com a tia da cantina pra ela não cuspir no meu lanche. Enfim, infelizmente meio sem tempo e cérebro pra postar D; Não fiquem tristes, isso também córroi a mim ://

amo vocês xx mary

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Sorry =(

 









oooi dudes :( 

    peço desculpas por não estar postando esses dias, estou cheias de provas e trabalhos na escola...quando acabarem, volto a postar e a pensar normalmente. por enquanto, o sistema cardiovascular e Che Guevara me chamam. D:

kisses mary

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Para sempre

Hey pessoas of my life,

(Mari, Veh e eu, no Niver de 10 ou 11 anos da Very's!)

Acordei hoje com um sono do cão. Não queria levantar. Muito menos me trocar. Queria colocar qualquer roupa. E não vestir o uniforme da escola. Apenas acordar. Abrir os olhos e sonhar. Tomar café com leite. Sem nenhuma pressa. Esquecer, por um segundo, de tudo. Convidar uma amiga para fofocar. Rir. Chorar. Desabafar. Ou ao menos, assistir televisão. Embaixo das cobertas. Dormir. Sonhar. Uma menina de cabelos cacheados. Morena. Correndo. Feliz. Havia duas amigas. Com cabelos curtos. Morenos. Se escondendo. Sorrindo. Que, juntas, as três, não queriam mais nada. Apenas curtir o momento. Para nunca mais esquecer. Está escuro agora. Precisam ir embora. Se despedem. E se vão. Talvez nunca mais se vejam. Mas sabem que se amam. Pois são melhores amigas. Tiveram a melhor infância que qualquer garota poderia ter. Acordo. E me lembro. Que essas três meninas, um dia, foram pequenas. Que colocavam qualquer roupa. Sonhavam. Não sabiam de nada. Nem tinham lição. Conversavam todo dia. Riam por tudo. Precisam uma da outra, para viver. Hoje, escrevem um blog. Se falam todo dia. Riem toda hora. Desabafam algumas vezes. E falam: "Te amo muito" a cada minuto.

Jah;

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Procura-se


    Sabe, quando eu era pequena, eu era meio vagamente viciada nas princesas da disney. É. Eu e todas as meninas da minha sala. Era uma coisa fófis, a gente brincava de fingir que cada uma era uma princesa e tal...
   Agora o tempo passou, nós crescemos. É estranho isso porque meio que fazemos de conta que aqueles tempos não existiram. Que nenhuma de nós ficava correndo com uma caneta na mão fingindo ser a fada madrinha, ou mordia a maça e se jogava no chão. Ou ainda ficava andando pulando com as pernas grudadas como se nao tivesse pernas, e sim uma cauda(?). É estranho porque nós simplesmente os ignoramos.
   Acho meio absurdo eu perguntar para minha irmã sobre o rei leao e ela me dizer que nunca ouvir falar. Cara, aqui marcou minha infancia, como ela não conhece?- e coisas assim.
  Não acho que contos de fadas e uma vida de fantasias seja coisa de gente boba ou retardada. Muito menos infantil. Aquelas coisas que fizeram parte de nossa infancia não podem ser esquecidas. Afinal, são nossas memórias, nossas experiencias, nossas ideias e pensamentos. Tudo, na minha infancia pelo menos, girava em torno dessas fantasias. Eu acordava e dormia pensando naquilo. E tenho certeza de que esse foi o passado de muita gente.
  Realmente não entendo porque as pessoas se obrigam a esquecer, como se a vida séria e realista fosse melhor ou mais certa. Realmente não entendo porque algumas pessoas de obrigam a mudar. Se obrigam a mudar a pessoa que são, as coisas que gostam, as coisas que fazer. Realmente não entendo porque todo mundo tem essa irritante mania de seguir o fluxo. 
  

xxx mari

quarta-feira, 19 de maio de 2010

only -q


   Conforme os dias passam, vejo cada vez mais que os humanos estão fazendo mau uso da inteligência que tanto tem. Pensa, estamos evoluindo, inovando cada vez mais, só que, ao mesmo tempo, parecemos regredir. A maioria das pessoas, vá lá, os adolescentes, são praticamente todos iguais! Os mesmo gostos, os mesmos problemas, as mesmas dúvidas, as mesmas vontades. É tudo tão chato, monótono. Os diferentes, ou seja, os que não seguem a maioria, são freqüentemente julgados pelos outros, e nem sempre é um julgamento bom. As críticas negativas aparecem em massa, e aqueles diferentes, para serem aceitos, esquecem o que gostam, e passam a adotar o gosto da maioria. Sério, eu acho isso um saco. Ficam criticando all the time, sem parar e por tudo. Criticam se você gosta, se não gosta; se é, se não é; se foi, se vai; mas sempre há uma. Isso pode parecer meio besta ou pessimista, mas morro de medo de daqui à uns vinte anos, a próxima geração seja assim também. Toda igual. Ok, não vou terminar com esse desfecho dramático, mas é o que eu acho. Ser diferente, fora do padrão é sempre estranho, mas deve valer a pena, mesmo que para tentar encontrar o que foi há muito ignorado


xxx mari 

sexta-feira, 30 de abril de 2010

É meu!

Oooiee...

Estava fuçando as tralhas do meu computador e vi um texto meu, que fiz acho que ano passado. Olhem só!

Ibiúna:



Esperava pelas minhas férias de Julho ansiosamente, pois quando era Julho eu sabia que iria à casa de minha avó, em Ibiúna. A casa era simples, com três cachorros. Todos vira-latas, mas que me faziam sorrir. Lembro-me que morria de medo dos bichos. Principalmente dos marimbondos. Queria dormir ao lado dela. Para ser protegida. Sabendo que nada iria acontecer. Seus roncos no meio da noite me acordavam. Faziam-me rir.


Ao despertar, gostava de tomar café da manhã vendo o sol entrar pela janela da sala de TV, do cheiro da comida, de nossas idas e vindas à Pedra Amarela. Quantas vezes os cachorros fugiam quando abríamos o portão! Quantas vezes deixei isso acontecer de propósito. Só para vê-la gritar: “Tchéééé, não era pra deixar os cachorros fugirem!”.


Na hora do banho, era sempre uma incógnita: “Quem vai tomar banho primeiro?”. A Jade. O Luca. A Cecília. Decidíamos através de um dado de madeira. Velhinho... Quem tirasse o menor número iria primeiro. E era sempre eu. Era de noite. Estava frio. Em um piscar de olhos, era hora de dormir. Eu dormia sempre do lado da minha avó. Com minha prima no meio. Nunca gostava de ser a última a dormir. Acordava com minha prima falando. Cantando. Assobiando. Perguntando se hoje iria ter “Malhação”, sua novelinha da tarde. O único momento que ficava quieta.


Havia uma balança, do lado de fora da casa, em que nos balançávamos sem parar. Tínhamos um relógio para marcar o tempo de cada um. Lembro que tinha uma menina, o nome dela, Giovanna. Ah sim, era com ela em que brincava o dia todo. Ao lado de Ceci. E às vezes de meu irmão.


Depois que voltei lá, nas férias de Dezembro, fiquei esperando Giovanna aparecer pela porta e começarmos a brincar. A imaginar. Passaram-se 2, 3 dias, e ela não aparecia. O motivo? Sua mãe havia falecido há pouco tempo. Hoje, mora com seu tio, padrinho, não sabem ao certo.


Sei que tudo mudou. Hoje, não vejo mais os três cachorros jovens. Divertidos. Um morreu. Outro nasceu. Não vejo mais os cachorros fugindo. Ficam presos. O dia inteiro. O sol na janela, não é mais daquele jeito. Os marimbondos sumiram. O cheiro da comida mudou. Não tiramos na sorte para ver quem vai para o banho primeiro. Ainda vou lá. Não vejo à hora de ir.


Uma coisa que tenho certeza, é apenas que, ao passar pelo portão de entrada, essa casa, mágica e acolhedora, faz com que você esqueça todos os seus problemas.


beijos
  Jah =]







segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

volteei.

Ooi vocês

   Fomos viajar semana passada e não deu pra escrever nada, nem levando o laptop!
   Eu fui pra um hotel fazenda absurdamente perfeito! Beleza que não tinha mar nenhum e era um calor dos infernos mais valeu MUITO a pena. O ÚNICO problema, é que eu, idiota como sempre, esqueci de tirar fotos do pessoal que eu conheci lá! Sério! Eu tirei foto de tudo, menos deles! O máximo que tem é foto da minha irmã na piscina, ai eu dei um zoom básico e dá pra ver um pessoal de costas, mais é SÓ!
  Sei lá se isso é saudade, porque eu fiquei menos de uma semana lá...O ruim é que eu voltei sábado, e toda hora eu ficava tentando lembrar o rosto dessas pessoas, e agora não dá! Sem foto nem o orkut desses miseráveis, eu só fico com lembranças em preto e branco...Acho que todo mundo já leu algum livro da série Crepúsculo ou aquele outro da Stephanie Mayer, a Hospedeira, e pelo jeito que ela descreve as personagens se lembrando, parece que é super fácil dar uma viajada e ficar lembrando de conversas antigas, ou pessoas que passaram na rua mais é o maior perrengue! Ninguém - pelo menos eu - consegue se lembrar das coisas desse jeito, como se fosse um video!
  Quem dera ser tão fácil assim...AIE parei, tô ficando depressiva, vou pro orkut tentar achar alguém
 Beeijos e Recomendem
.Mah.